Para participar do Prêmio ARI/Banrisul você precisa ser sócio da ARI. Veja como

Venha fazer parte do quadro social da Associação Riograndense de Imprensa. Uma entidade que tem mais de 80 anos de existência em defesa do jornalismo e da liberdade de expressão de profissionais e veículos.

Se você é jornalista, com registro profissional, ou estudante de jornalismo regularmente matriculado, basta preencher o formulário da proposta nos links abaixo.

Depois de impressa, a proposta de sócio deve ser digitalizada e enviada para o e-mail ari@ari.org.br da secretaria da Associação Riograndense de Imprensa, juntamente com os documentos solicitados no formulário, como uma foto digitalizada e a cópia digitalizada completa da carteira de identidade.

A sede da ARI é no Edifício Alberto André, na Avenida Borges de Medeiros 515, 7º andar, CEP 90020-025 no centro histórico de Porto Alegre. Seu telefone é (51) 3211-1555. As reuniões de diretoria da ARI ocorrem nas quintas-feiras a partir das 14h30min no sétimo andar do edifício sede da Casa do Jornalista.

Quando o interessado prefere que o desconto da mensalidade de R$ 15 seja feito na folha de pagamento, deve providenciar a solicitação junto à empresa em que trabalha no respectivo Departamento de RH ou Pessoal. A anuidade de R$ 180,00 pode ser feita em depósito no Banrisul, Agência 0040, conta 06.0058870-8 em nome Associação Riograndense de Imprensa.

Um detalhe importante: a carteira que o jornalista associado ou estudante recebem da ARI é uma identidade social.

O custo da carteira social da ARI é de R$ 40,00 para jornalistas profissionais e R$ 20,00 para estudantes de jornalismo. Faça sua carteira e tenha direito a participar dos eventos e convênios da ARI

Há uma diferença entre a carteira social da ARI e a carteira de jornalista profissional. Quem fornece a carteira de jornalista é a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas). Só recebem a carteira da Fenaj jornalistas profissionais com diploma e registro.

Clique no link e imprima o documento para ser sócio da ARI.

PROPOSTA ADMISSAO SOCIO

Proposta admissão Sócio Universitário

​A ARI realiza uma série de eventos e palestras sobre jornalismo ao longo do ano. Além disso promove vários concursos jornalísticos, entre eles o Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo, com mais de 60 anos de atuação, e o Prêmio de Jornalismo Ambiental José Lutezenberger, que chegou em sua quinta edição em 2018, e o Prêmio da Justiça Eleitoral do TRE-RS, entregue pela primeira vez este ano. A ARI participa como julgadora em vários outros prêmios jornalísticos e de reconhecimento do trabalho de profissionais de outras áreas do Estado, representando sempre a imprensa do Rio Grande do Sul.

No final do ano, a entidade associativa dos jornalistas entrega a Medalha Alberto André. Na primeira edição os homenagedos foram Alice Urbim, André Machado, Ediene Ferigollo, Enir Grigol, Eugenio Bortolon, Ivete Brandalise, Marques Leonam, Patrícia Comunello, Rosane de Oliveira e Walter Galvani.

A participação da ARI na sociedade gaúcha também se dá em conselhos estaduais e municipais. Todo o ano a associação realiza o Fórum Internacional de Gestão Ambiental (Figa) que chega, em 2018, a sua oitava edição. O evento reúne especialistas nacionais e internacionais bem como estudantes do tema da água e gestão do meio ambiente. A curadoria é do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul e apoio de várias entidades governamentais e universidades gaúchas.

BREVE HISTÓRIA DA ARI

A Associação Riograndense de Imprensa – ARI – foi criada para unir a categoria em torno de seus interesses, o que inclui o direito de buscar a informação onde ela está e a liberdade para divulgá-la sempre que o resultado dessa busca representa benefício à população, quando leva os fatos ao conhecimento do cidadão leitor, ouvinte e telespectador.

Aliás, a composição democrática da assembleia em que foi decidida a existência da entidade é testemunha disso. Lá no início, quando a mídia ainda se resumia aos jornais impressos e às emissoras de rádio, o grupo fundador da ARI não era formado somente por jornalistas. Entre eles havia escritores e intelectuais de áreas afins. Os escritores Erico Veríssimo, que na época era diretor da Revista do Globo, e Vianna Moog, por exemplo.

O mais longevo presidente da ARI foi Alberto André que liderou a entidade associativa dos jornalista gaúchos com muita competência e respeitos de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul. Nascido em 1915, Alberto André foi presidente da ARI por 34 anos, tendo enfrentado o período do regime militar (1964-1985) no Brasil. Como jornalista, atuou no extinto Jornal da Noite e no A Nação, além de ter sido censor de notícias sobre a II Guerra Mundial (1939-1945), do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda. Ainda, em 1941, ingressou na redação Correio do Povo, onde ficou por 43 anos. Alberto André foi sucedido por Antônio Firmo de Oliveira Gonzalez, falecido durante o mandato em 1996. Foi sucedido pelo seu vice-presidente Ercy Pereira Torma que permaneu até 2011. Ao final do mandato Ercy foi sucedido por João Batista de Melo Filho que presidiu a ARI até 2017. Uma nova diretoria, liderada pelo jornalista e professor da PUCRS Luiz Adolfo Lino de Souza e pelos vice Ciro Castilhos Machado e Cristiane Finger, assumiu em junho de 2017.

Ao longo de seus mais de 80 anos de vida a entidade continuou aberta a quem, como ela, tem a liberdade de ir e vir, de pensar e de escolher como ideal. Portanto, além dos jornalistas, também profissionais ligados à publicidade, artistas, escritores, caricaturistas, chargistas, ilustradores e pensadores simpatizantes da causa que a ARI defende são bem-vindos ao quadro de sócios

Faça parte da Associação Riograndense de Imprensa.

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